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Nossos comerciantes como ficam?
Se não bastasse o crescimento desordenado populacional de Pereira Barreto onde o desemprego e os baixos salários são visíveis e que ocasionam por final nas dificuldades encontradas no comércio local, agora é a vez dos carros de carnes ambulantes circularem por toda a cidade, seria como atar as mãos dos comerciantes que comercializam produtos do gênero, que pagam seus impostos e além do mais são geradores de empregos.
Não devemos discutir a legalidade deste modo comercial, pois estaríamos infligindo o Art. 647. “Dar-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar na iminência de sofrer violência ou coação ilegal na sua liberdade de ir e vir, salvo nos casos de punição disciplinar”, ou seja, o DIREITO DE IR E VIR. Mas se for analisado do ponto comercial a pergunta é uma só: Como ficarão os nossos comerciantes?
Aqueles que acreditaram no município; investiram e que ainda são os maiores empregadores da localidade.
Na verdade Pereira Barreto ainda continua sobrevivendo do comércio local e das vagas oferecidas pelas usinas de álcool da região, nem mesmo o título de Estância Turística foi capaz de oferecer grandes ofertas de mão de obra, muito pelo contrário, acredita-se que até tenha afugentado possíveis investidores do setor industrial, haja visto a precariedade que encontra-se o Parque Industrial do município.
Será necessário que alguns comerciantes fechem seus estabelecimentos para que as autoridades competentes tomem conhecimento do fato?
Qual será o posicionamento da Associação Comercial Industrial Transporte Agrícola (ACITA) que deve zelar pelo fortalecimento do comércio local?
É evidente que a Prefeitura Municipal recolhe os devidos impostos deste comércio ambulante de carnes, mas o problema não está tão somente nos cofres públicos, mas sim na falência de alguns comerciantes ocasinando o aumento do desemprego da municipalidade.
Os consumidores dividem-se em suas opiniões, para alguns a qualidade do produto oferecido pelo sistema ambulante é melhor.
Desta forma, se o caso for qualidade, que os proprietários dos tradicionais pontos comerciais do gênero procurem formas de melhorarem no atendimento, bem como na qualidade dos produtos oferecidos. As grandes filas nos açougues dos supermercados também é outro fator bastante criticado pela população. Por Plínio Costa MTb 48980
 
 
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